terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Impotência sexual: cuidado com a interação medicamentosa.


Um artigo publicado na Bloomberg News (http://www.ordering1.us/bloombergbooks/product.php?pid=317) está alertando para a possibilidade das drogas utilizadas no tratamento da impotência sexual e produzidas pelos laboratórios Pfizer (Viagra), Lilly (Cialis) e Bayer (Levitra), levar a efeitos colaterais perigosos, quando associadas a outros medicamentos. Segue a lista dos medicamentos que podem ter seus efeitos alterados, quando associados a uma das drogas produzidas por esses laboratórios. Em caso de dúvida, consulte o seu médico.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Pacientes curados de câncer na próstata, podem fazer reposição de testosterona de forma segura.



Durante décadas, a ideia de repor testosterona nos pacientes tratados de câncer de próstata, não era admitida. Conforme dito no livro "Testosterone for life" pelo Dr. Abraham Morgentaler, ao mesmo tempo que se sabe que privar o câncer da próstata da produção de testosterona, gera um encolhimento do tumor, atualmente há evidências que é seguro administrá-la para pacientes que foram bem sucedidos no tratamento deste tipo de câncer e que se encontram livres de doença. Um aspecto revolucionário desta teoria é que o câncer de próstata, é visto em pacientes com baixos níveis de testosterona no sangue e não naqueles com níveis elevados, o que pode explicar que repor testosterona pode não ser um risco a mais.
Leia o artigo na íntegra, publicado no Boston Globe:

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Câncer de próstata: vigilância ativa.





Uma conduta cada vez mais comum, segundo um estudo publicado recentemente.
Do que se trata? É uma conduta que vem sendo reservada para pacientes até mesmo mais jovens, com doença inicial e pouco agressiva (pequena área acometida da próstata e sem sinais de disseminação- metástases), com níveis de PSA inferiores a 20 ng/ml. O objetivo: poupar o paciente dos riscos das possíveis seqüelas dos tratamentos (incontinência urinária, impotência sexual entre outras), no caso de doença pouco agressiva, que dificilmente vai gerar impacto na vida dele.
O estudo identificou 7.782 casos de pacientes identificados com câncer de próstata, com menos de 70 anos, com as características citadas acima. E observaram que 4 anos após o início dos registros, que 26% desses casos vinham sendo apenas vigiados, sem nenhum tratamento e com doença estável. E registraram que 48% dos pacientes tinham recebido tratamento cirúrgico, 21% tratamento com radioterapia e até mesmo 5% de pacientes, que receberam tratamento com bloqueio hormonal.
Leia na íntegra, artigo publicado na MedWire:

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Mais artigos são publicados nos Estados Unidos mostrando, que não há efeito protetor contra o câncer, no uso contínuo de vitamina E e selênio.


Mais um artigo é lançado pela imprensa americana, mostrando que não há efeito protetor contra o câncer de próstata, no uso contínuo das vitaminas C e E, tão pouco do selênio (nossa fonte natural é a castanha do Pará).
Há tantos anos sendo alardeado como um hábito capaz de prevenir o câncer, pode talvez ter levado os pacientes a se acomodarem em relação a alguns hábitos capazes de protegê-los, como prática regular de exercícios físicos e dieta pobre em gordura animal.
Leia a matéria editada no Financial Times:

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Artigo fala sobre "nível normal de PSA".


Os leigos no assunto acharam ótimo quando começou a ser divulgado, que o exame de PSA era a nova arma contra a detecção do câncer de próstata e através dela, poderiam se ver livres da necessidade de passar por um exame de toque retal para avaliação da próstata.
Um artigo publicado recentemente, discute a validade de um nível "normal" para o PSA, no sangue. Assim que foi descoberto, sugeriu- se o nível de 4.0 ng/ ml. Trabalhos posteriores mostraram, que quando o nível 2,5ng/ml era adotado, o índice de margens cirúrgicas livres de comprometimento tumoral na hora da cirurgia de prostatectomia, era maior. Ou seja, parece que não há um índice único para todos os pacientes.
Leia o artigo na íntegra, publicado no Renal and Urology News:

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Depressão pode estar associada à obesidade abdominal em idosos.




De acordo com os resultados de uma pesquisa, pode haver uma ligação entre depressão e acúmulo de gordura abdominal no idoso. O estudo foi realizado na Holanda, envolveu 2.100 pacientes com mais de 70 anos e foi conduzido por 4 anos. Chegou-se à conclusão que aqueles que sofriam de depressão, tinham uma maior propensão ao acúmulo de gordura na parede abdominal e de gordura visceral (aquela gordura que se acumula internamente no abdome, entre os órgãos). Isso talvez explique também, porque os pacientes deprimidos acabam desenvolvendo diabetes e doenças cardiovasculares.
Leia artigo na íntegra, publicado no HealthDay:

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

A neuroestimulação sacral pode ser uma solução para a incontinência urinária de estresse.



Milhões de americanos sofrem de urgi- incontinência urinária, situação causada por um forte e súbito desejo de ir a um banheiro ou então, uma freqüência de 8, 9 ou mais idas ao banheiro para urinar. Quando medidas iniciais, como cortar ingesta de café e bebidas alcoólicas não resolvem, a estimulação da região sacral da coluna vertebral, visando o estímulo de um determinado nervo na base da espinha, pode trazer beneficios. No início, o paciente passa por um teste com um equipamento externo e percebendo que irá se adaptar, um pequeno aparelho pode ser implantado através de incisão cutânea, sob anestesia local. Um controle remoto é utilizado para ligar/ desligar ou até mesmo regular, a intensidade dos estímulos. Um artigo de revisão publicado no Journal of Urology, mostrou que ao menos 80% dos 120 pacientes testados, citou no mínimo uma melhora dos sintomas em 50%.
Leia artigo na íntegra, publicado no New York Times:

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Exposição anormal aos sprays para cabelo durante a gestação, pode aumentar o número de anomalias penianas nos filhos.


Pesquisadores no Reino Unido relataram que a exposição anormal aos sprays para fixação do cabelo, como por exemplo no trabalho, mais do que triplica o risco das gestantes terem filhos com uma das anomalias mais freqüentes da região genital: hipospádia, que é o posicionamento anormal da uretra. Parece que o uso de folatos no primeiro trimestre da gestação, tende a reduzir esse risco em até 36%.
Leia na íntegra, artigo publicado na MedPage Today: