quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Manter bons níveis de colesterol pode reduzir a incidência do câncer na próstata.



Manter o colesterol sob controle é mais um motivo para se ter uma vida saudável, com alimentos corretos e atividade física frequente. Foi constatado que pacientes com níveis inferiores a 200 mg/dl do colesterol total e níveis de colesterol HDL (colesterol bom) elevados, são menos acometidos pelas formas severas de câncer na próstata. Um dos estudos publicados que comprovou esse achado, foi feito avaliando os dados de 5.500 pacientes no Johns Hopinks.
Leia o artigo na íntegra, publicado no Health Day:

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Adoçantes e sal: um risco para os rins.


De acordo com um estudo reportado pela mídia dos Estados Unidos, uma dieta rica em sal e o consumo de adoçantes em doses mais elevadas, podem comprometer o funcionamento dos rins. O estudo foi apresentado no último encontro da Sociedade Americana de Nefrologia e mostrou que, como já havia sido demonstrado em estudos com camundongos, mulheres com bom funcionamento dos rins, têm um declínio do mesmo quando há uma grande ingesta de sal na dieta. E um outro estudo evidenciou que a ingesta de mais de uma porção de refrigerante/ suco adoçados artificialmente, pode gerar um risco duas vezes maior no declinio da função dos rins.
Leia o artigo na íntegra, publicado no Daily Mail:

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Cientistas acreditam ter encontrado a causa para que pais idosos, tenham um maior índice de filhos com problemas de saúde.


De acordo com um estudo publicado, pesquisadores da Dinamarca e do Reino Unido concluíram que a causa para uma maior incidência de problemas de saúde em crianças nascidas de homens com mais idade, é a presença de tumores benignos conhecidos como seminomas espermocísticos. Embora não sejam tumores malignos, devido à capacidade de alterar as células germinativas, acabam alterando a formação dos espermatozóides e com isso, levam a alterações genéticas interferindo no DNA da criança. Por esse motivo, a incidência de doenças como acondroplasia, Síndromes de Apert, Noon e Costello acaba sendo maior. E pode vir a explicar, porque doenças como autismo, câncer de mama e esquizofrenia, são mais frequentes nas crianças nascidas de pais mais velhos.
Leia o artigo na íntegra, publicado no Daily Mail do Reino Unido:

terça-feira, 20 de outubro de 2009

O uso das drogas para o tratamento da disfunção erétil, é endossado pelas organizações médicas.


As normas de conduta do American College of Physicians recomendam com ênfase, o uso dos inibidores de PDE-5 como Cialis, Viagra e Levitra quando não há riscos, no tratamento das dificuldades para ereção peniana. Trabalhos mostram que o uso de tais drogas resulta em melhora na performance sexual em até 89%, versus 35% quando um placebo é utilizado. O tratamento é extremamente eficaz com mínimos efeitos colaterais. A princípio ainda não há trabalhos que mostrem qual droga é melhor para determinado paciente, mas os resultados são bem melhores do aqueles encontrados com a reposição de hormônios.
Leia o artigo na íntegra, publicado no The New York Times:

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

A Ressonância Magnética pode ser útil na detecção dos tumores prostáticos, mais difíceis de serem localizados.


O exame de Ressonância Magnética é mais um aliado no diagnóstico do câncer de próstata. Um estudo publicado recentemente e feito na Austrália, mostrou que o exame pode ser útil na localização de tumores mais difíceis de serem detectados. Por exemplo, quando um paciente se apresenta com níveis elevados de PSA (antígeno específico da próstata, dosado no sangue) e as biópsias são negativas, principalmente nos casos dos tumores localizados na região anterior da próstata.
Leia o artigo na íntegra:

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Investigadores sugerem que há possibilidade de se criar um creme de uso tópico, para tratamento da impotência sexual.

A descoberta de drogas em comprimidos revolucionou o tratamento da impotência sexual e acredita-se, que milhões de homens já fizeram uso desse tipo de terapia, onde o sildenafil (Viagra) é o mais conhecido. Agora cientistas da Yeshiva University têm tido bons resultados em animais de laboratório, com uso de um creme tópico que leva o pênis à uma ereção de forma mais rápida e provavelmente com menos efeitos colaterais que os comprimidos (dor de cabeça, nariz entupido, vermelhidão facial entre outros). O seu uso também poderá ser empregado em pacientes que sofrem de doenças no coração e que muitas vezes, tem o uso proibido pelos cardiologistas, dos inibidores de 5-fosfodiesterase (Viagra, Levitra, Cialis, Helleva, Vivanza no mercado brasileiro).
O novo creme se consiste de nanopartículas que levam drogas e outras substâncias como óxido nítrico, liberando-as de forma contínua e controlada no pênis.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Estudo sugere que próstata com menor volume, pode ter maior risco para o aparecimento do câncer.


De acordo com pesquisadores holandeses, próstatas de menor volume e com níveis elevados de PSA (> 3.0 ng/ml), apresentam maior risco de serem acometidas por doenças tumorais e mais agressivas, quando comparadas com próstatas de maior volume. O estudo analisou 1300 pacientes entre 55 e 74 anos, todos com biópsias negativas no início do estudo e com acopanhamento de no mínimo 8 anos e os tumores, principalmente os mais agressivos, foram mais detectados nos pacientes, que no início apresentavam próstatas de menor volume.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Cientistas sugerem que há a possibilidade do câncer de próstata estar relacionado a um determinado tipo de vírus.


De acordo com um estudo publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences, há evidências de que o vírus XRMV (xenotropic murine leukemia virus- related virus) esteja relacionado com a manifestação das formas mais agressivas de câncer na próstata. O estudo comparou a infecção das células pelo vírus tanto nos pacientes com câncer, como nos sadios e foi encontrado em 44% dos pacientes com formas mais agressivas. As proteínas desse vírus foram encontradas praticamente apenas nas células tumorais, sugerindo que o desenvolvimento da doença pode ocorrer nos pacientes infectados pelo vírus.