terça-feira, 20 de dezembro de 2011
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Gel é liberado nos Estados Unidos para o tratamento da bexiga hiperativa.
Leia o artigo completo, publicado no MedPage Today: http://www.medpagetoday.com/Urology/UrinaryIncontinence/30104
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Redes de WiFi podem alterar a fertilidade do homem.


O esperma do homem quando exposto no laboratório a uma rede WiFi, mostrou-se alterado. Notou-se diminuição progressiva de sua motilidade, assim como a fragmentação do DNA. Resta saber se homens que usam laptops frequentemente conectados às redes de WiFi, terão sua fertilidade comprometida. Leia o artigo completo, publicado na ScienceDirect: http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0015028211026781
terça-feira, 8 de novembro de 2011
A grande ingesta de líquidos diária pode proteger os rins.
Dois grandes estudos publicados recentemente demonstraram uma baixa incidência de doenças nos rins, a longo prazo, nas pessoas que têm o hábito da ingesta de líquidos frequente diariamente. Um foi publicado no jornal Nephrology e avaliou aproximadamente 2.400 pessoas acima dos 50 anos, mostrou que aqueles que ingeriam mais de 3 litros de líquido ao dia tinham uma taxa bem menor de doença crônica renal, do aqueles que ingeriam menos que isso. Outro estudo publicado no Clinical Journal of the American Society of Nephrology que avaliou aproximadamente 2.100 pessoas saudáveis, homens e mulheres, por um período de 7 anos com a média de faixa etária em torno dos 46 anos, mostrou que aqueles que apresentavam o maior volume de urina por dia, ou seja ingeriram mais líquidos, apresentavam menores índices de doenças nos rins.Leia o artigo na íntegra, publicado no New York Times:
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Terapia prolongada de reposição com estrogênio está associada a um maior risco de incontinência urinária na mulher.
De acordo com um estudo que avaliou 167 mulheres que estavam acima dos cinquenta anos e já na menopausa, em terapia de reposição hormonal com estrogênio há no mínimo 5 anos, apresentaram uma maior incidência de incontinência urinária do que aquelas mulheres que faziam uso há menos tempo, ou aquelas que nem sequer iniciaram a terapia. Estudo envolvendo 2.800 mulheres mostrou que depois dos 45 anos, mais de 50% das mulheres já apresentou algum episódio de incontinência urinária.Leia o artigo na íntegra, publicado pela Reuters:
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Teste do PSA: monitorizar ou não?
Muitos artigos têm sido publicados divulgando a nova conduta para o médico, em relação às dosagens do exame de PSA (Antígeno Específico da Próstata), como um controle do câncer de próstata. Novas linhas de conduta têm sugerido que esse método seja abandonado, uma vez que tem levado a muitos tratamentos desnecessários e métodos invasivos de diagnósticos, com riscos de complicações, como no caso da biópsia de próstata. Mas há ao mesmo tempo, correntes que ainda acham indispensáveis a monitorização do PSA, como forma de prevenção. Artigos foram publicados recentemente e todos realçam a importância de se conscientizar os pacientes, sobre os riscos de falsos negativos e positivos, assim como das preocupações desnecessárias que exames inconclusivos podem causar.Leia artigo publicado no Boston Globe:
terça-feira, 25 de outubro de 2011
O uso de alfa bloqueadores no pós operatório da cirurgia para o câncer de próstata, está associado a um maior índice de recidiva da doença.
Alguns pacientes após serem submetidos à cirurgia de prostatectomia radical para o tratamento do câncer na próstata, apresentam os sintomas típicos de doença do trato urinário inferior (bexiga, uretra) e são medicados com um grupo de drogas chamadas de alfa bloqueadoras (tansulosina, alfuzozina como exemplos). Nesse grupo foi observado que os índices de recidiva da doença foram maiores do que no grupo que não necessitou de terapia por não terem os sintomas. Acredita-se que os sintomas já são sinais de que a doença não foi erradicada e a recidiva nada tenha a ver, com o uso das drogas.Leia o artigo na íntegra, publicado no Medical News:
http://www.medpagetoday.com/MeetingCoverage/AACR-FCPR/29230
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Mais artigos são publicados nos Estados Unidos mostrando, que não há efeito protetor contra o câncer, no uso contínuo de vitamina E e selênio.
Devido à grande importância que a mídia ontem deu aos riscos do uso da Vitamina E no caso do câncer de próstata, estamos republicando artigo veiculado neste blog em Dezembro/ 2008.Mais um artigo é lançado pela imprensa americana, mostrando que não há efeito protetor contra o câncer de próstata, no uso contínuo das vitaminas C e E, tão pouco do selênio (nossa fonte natural é a castanha do Pará).
Há tantos anos sendo alardeado como um hábito capaz de prevenir o câncer, pode talvez ter levado os pacientes a se acomodarem em relação a alguns hábitos capazes de protegê-los, como prática regular de exercícios físicos e dieta pobre em gordura animal.
Leia a matéria editada no Financial Times:
http://www.ft.com/cms/s/0/23339c72-c618-11dd-a741-000077b07658.html?nclick_check=1
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