terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

O atendimento emergencial para as cólicas renais é mais frequentes nos meses quentes.

Um estudo nos Estados Unidos, que avaliou 3.600 casos de passagem pelos serviços de emergência em diversos hospitais, constatou que a incidência das cólicas renais tende a ser maior nos meses mais quentes. Observou-se também que há uma tendência de queda nesse mesmo evento, nos meses mais frios.
Urologistas devem ser mais enfáticos nesses períodos mais quentes, sobre a necessidade de orientar seus pacientes à uma maior ingesta de líquidos e a uma menor ingesta de proteínas nesses períodos.
Leia matéria divulgada pela Renal & Urology News:
http://www.renalandurologynews.com/stone-rate-highest-in-august-lowest-in-february/article/333800/

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Crianças que sobreviveram ao câncer vivem com uma maior tendência ao suicídio.

Um estudo realizado na Suécia comprovou que crianças e adultos jovens com diagnóstico e tratamento de câncer, apresentam um maior risco para cometer suicídio no ano seguinte à descoberta. Esse estudo avaliou aproximadamente o risco para suicídio em 8 milhões de casos envolvendo crianças e adultos jovens e foi observado que na faixa etária entre 15 e 30 anos, aqueles com diagnóstico confirmado de câncer apresentavam um risco 2,5% maior, para cometer o suicídio, que os considerados sadios.
Um das possibilidades aventadas para esse fato, seria que os adultos jovens ainda não desenvolveram as aptidões necessárias para contornar efeitos adversos da vida.
Leia matéria divulgada pela Medscape Urology:
http://www.medscape.com/viewarticle/813476?src=wnl_edit_specol&uac=119127CZ

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

O uso de lubrificantes no ato sexual pode atrapalhar a motilidade dos espermatozoides.

Um estudo avaliando 222 homens saudáveis, concluiu que o uso de lubrificantes no ato sexual para contornar situações em que o meio vaginal se apresenta muito ressecado, compromete a motilidade dos espermatozoides e assim, pode comprometer a fertilidade do casal.
Todas as marcas mais famosas nos Estados Unidos da América foram testadas, entre elas o KY da Johnson&Johnson, e todas mostraram algum efeito que compromete a motilidade dos espermatozoides.
Leia matéria divulgada pela Reuters:

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

O uso de suplementos a base de testosterona parece aumentar o risco para um ataque cardíaco.

Um estudo recentemente divulgado, mostra que homens que fazem uso de suplementos a base de testosterona estão mais sujeitos aos ataques cardíacos.
A notícia foi divulgada por vários canais de comunicação e essa conclusão foi baseada num estudo envolvendo aproximadamente 56.000 homens. Observou-se que homens com mais de 65 anos têm o dobro de risco para um ataque cardíaco quando em terapia com esse tipo de suplemento e o risco chega a triplicar, quando a terapia é feita com indivíduos mais novos, também com histórico de doença cardíaca.
O motivo desse aumento do risco não é totalmente conhecido, mas uma das hipóteses é de que esses suplementos diminuam os níveis de colesterol bom (o HDL) na corrente sanguínea e/ou comprometam as artérias que levam sangue ao músculo do coração.
Leia uma das matérias sobre o assunto, publicada pelo site da TIME:

http://healthland.time.com/2014/01/29/testosterone-treatments-linked-to-heart-attacks/ 

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Baixos níveis de testosterona pode significar pior evolução no câncer da próstata.

Um estudo realizado envolvendo 177 homens submetidos à cirurgia para a retirada da próstata acometida por um câncer, constatou que homens que apresentavam dosagens de testosterona no sangue abaixo de 300ng/dl, apresentavam uma pior evolução. Esses pacientes apresentavam um maior percentual de doença disseminada, como por exemplo com acometimento das vesículas seminais, ou então logo apresentaram sinais de recidiva da doença.
Leia matéria divulgada pelo Renal & Urology News:
http://www.renalandurologynews.com/low-testosterone-may-predict-worse-prostate-cancer-outcomes/article/330812/

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Nictúria: uma necessidade que compromete o sono.

Infelizmente muitos homens precisam acordar à noite para ir ao banheiro urinar. Isto é o que chamamos de nictúria.
Sabe-se que esse quadro melhora com a diminuição da ingesta de líquidos no final do dia. Porém, trabalhos mais recentes mostram que a diminuição de líquidos durante o dia inteiro, também traz benefícios.
Então o ideal é dosar bem a ingesta de líquidos e alimentos com água associada (melancia, chuchu entre outros) durante todo o dia.
Leia matéria publicada pela Medwire:
http://www.medwirenews.com/50/105279/Urology/Daytime_water_restriction_effective_in_nocturia.html

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

O aumento das taxas das Doenças Sexualmente Transmissíveis.

De acordo com uma pesquisa americana no ano de 2012 e publicada recentemente nos Estados Unidos, observa-se um aumento nas taxas de disseminação das DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis). Observou-se uma elevação na transmissão da gonorreia e uma taxa de 11% na transmissão da Sífilis. As taxas de contaminação pela Clamídia permaneceram estáveis.
Os infectologistas se preocupam com esses aumentos, pois provavelmente levarão a um aumento na transmissão do vírus HIV, e recomendam que indivíduos sexualmente ativos, se submetarm um check up anual quanto às DSTs.
Leia matéria divulgada pelo The Washington Times:
http://www.washingtontimes.com/news/2014/jan/8/sexually-transmitted-diseases-spread-2012/

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

A terapia com melatonina pode reduzir a necessidade do idoso de urinar à noite.

Estudo japonês com aproximadamente 860 pessoas na faixa etária de 70 anos, tanto do sexo masculino como do feminino, sugere que a melatonina pode ser um aliado no tratamento da melhora do sono, nos indivíduos que precisam urinar várias vezes à noite.
A melatonina, que é um hormônio produzido pela glândula pineal, quando administrada na dosagem noturna de 2 mg, parece exercer um efeito relaxante na musculatura da bexiga, diminuindo os estímulos e o desejo miccional.
Leia matéria publicada pelo Renal & Urology News:

http://www.renalandurologynews.com/nocturia-linked-to-low-melatonin/article/328699/